domingo, 28 de agosto de 2011

Relatório de Estágio em Gestão Escolar


FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS – EAD
UNIDADE PEDAGÓGICA DE MACEIÓ
CURSO DE PEDAGOGIA



RELATÓRIO DE ESTÁGIO
SUPERVISIONADO EM GESTÃO
ESCOLAR









MACEIÓ – ALAGOAS
2011
ORLANDO JOSÉ DE ASSIS





RELATÓRIO DE ESTÁGIO
SUPERVISIONADO EM GESTÃO
ESCOLAR




  Relatório final das atividades para  fins de  Avaliação da disciplina Estágio Supervisionado de Gestão  Escolar, do Curso de Licenciatura em Pedagoga da  Faculdade de Tecnologia e Ciências – FTC – EaD - sob a orientação da professora  Maria Luzia F. dos Santos






MACEIÓ – ALAGOAS
2011
SUMÁRIO
1 – Apresentação .................................................................................................................04
2 -  Caracterização da Instituição – campo de estágio.....................................................06
2.1 – Aspectos físicos..........................................................................................................06
2.2 -  Recursos Humanos e Pedagógicos .........................................................................07
2.3 – Corpos discentes ........................................................................................................07
2.4  - Corpos docente e técnicos .......................................................................................08
2. 5 – Histórico da Instituição .............................................................................................08
2. 6  -  Contexto.....................................................................................................................10
3 - Descrição das atividades desenvolvidas no estágio ..................................................10
3.1  - Observação .................................................................................................................10
3.2  -  Co-Participação .........................................................................................................12
4 -  Apresentação dos Resultados .....................................................................................12
4.1  - Problemas que Influências na Comunidade Escolar  .............................................12
4. 2 – Relação Escola e Comunidade .................................................................................13
4. 3 -  Relação Escola e Mantenedora ................................................................................13
5 -  Projeto Pedagógico .......................................................................................................14
6 – Conclusão e recomendações .......................................................................................15
7 – Referências ....................................................................................................................18
8 – Anexos ............................................................................................................................18




1 -  Apresentação:


              Dando conclusão à ultima etapa do Estágio Supervisionado III do curso de Licenciatura em Pedagogia , tendo em vista a necessidade de uma experiência prática onde aplicou-se grande parte dos fundamentos aprendidos ao longo dos períodos anteriores com os princípios teóricos estudados, agora trabalhando na área administrativa da escola vejo que a Gestão Escolar é um assunto recente, porém de grande importância estratégica, para que tenhamos uma escola que atenda as modernas exigências de uma sociedade cada vez mais evoluída em termos de conhecimento, em que os avanços das telecomunicações, da informatização e descobertas científicas têm provocado mudanças rápidas e radicais, as quais a escola precisa acompanhar.
            Embora tenha havido um grande progresso nas últimas décadas, o que poderia possibilitar uma vida digna para todos, ainda hoje boa parte da população mundial está excluída do crescimento científico e tecnológico. Pois esse conhecimento geralmente está sob o domínio das grandes potências, que ao invés de proporcionar o bem estar de todos, contribui para acentuar as diferenças e para destruir grande parte da natureza, causando danos irreparáveis no equilíbrio ecológico  já tão frágil do nosso do planeta.
            Ainda que o conhecimento tenha se tornado uma necessidade vital, nem todos os cidadãos estão tendo a possibilidade de acesso às informações atualizadas e nem estão conseguindo organizá-las de maneira adequada. É necessário se construir uma relação com o contexto, a partir do uso do conhecimento que o indivíduo já possui sobre o mundo.
            Tantas mudanças e avanços estão provocando revisão nos valores tanto públicos, como pessoais, gerando com isso a quebra de consensos e a diversificação de princípios.
Em meio a todas as mudanças a família também assume novas formas de organização e identidades, ainda não aceitas totalmente pela sociedade. A escola por sua vez amarga fracassos que tem levado a exclusão, grande parcela de alunos, pela ineficácia de seus métodos e também pela distância que apresenta em relação às reais e urgentes necessidades dos mesmos.
Para novos tempos é necessária uma nova escola, inclusiva e identificada com o processo de construção de uma vida digna para todos e de uma sociedade mais justa. Uma escola onde a prática pedagógica seja vista como prática de vida, de todos e com todos e permita dar significado as suas vidas, na tarefa de formar cidadãos e cidadãs que integrem e contribuam com sua comunidade.
Necessitamos mais do que nunca de uma escola democrática e verdadeiramente comprometida com a aprendizagem significativa do educando, transformado informações em saberes necessários à vida de seus alunos.       
Para acompanhar tantas mudanças e exigências é urgente e imprescindível que a escola se modernize e agilize seus processos burocráticos e pedagógicos.
Para isso é necessário que haja um bom planejamento de todas as atividades e uma constante pesquisa e aprimoramento, através de uma gestão democrática e com a participação de todos os segmentos da escola.
O envolvimento e diálogo com a comunidade, professores, funcionários, pais e alunos, precisa criar espaço e condições para discussão e troca de idéias, para que as ações sejam centradas nas reais necessidades da comunidade e em um ensino de qualidade.
Os resultados positivos de uma escola só são realmente garantidos, através de um trabalho COLETIVO, coordenado pela equipe diretiva e que envolva a todos: corpo administrativo, funcionários, professores, estudantes, Conselho Escolar e outras instituições que mantenham relação direta ou indireta com a escola. Pois a escola exerce um importante, estratégico e fundamental papel social, pois a mesma deve ser um agente transformador, que leva em conta as necessidades e carências do meio em que estiver inserida, sendo uma fonte de conhecimentos e informações para todos que nela buscam uma melhoria na qualidade de vida e um aperfeiçoamento como indivíduo e ser humano consciente.
A Gestão Escolar compreende a Gestão Administrativa e Financeira, Gestão Pedagógica e de Recursos Humanos. A Gestão Administrativa deve incumbir-se da parte física e burocrática da escola, que compreende o prédio, equipamentos, materiais, legislação e atividades de secretaria. E também deve dar conta do financeiro da escola.
 A Gestão Pedagógica define a linha de ensino, as metas a serem atingidas, levando em conta os objetivos e o perfil de seus alunos. Deve avaliar o rendimento das práticas adotadas, para detectar e corrigir eventuais erros se necessário, juntamente com a equipe de professores envolvidos.
A Gestão de Recursos Humanos é a mais delicada e de importância fundamental.  O bom andamento das atividades escolares depende de manter as pessoas trabalhando satisfeitas e motivadas para que possam render o máximo em suas atividades. 
Na verdade essa fragmentação é somente teórica, pois as ações devem ser afinadas e coerentes para que os resultados sejam os esperados.


2 -  Caracterização da Instituição – Campo de Estágio

2.1 -  Aspectos Físicos

A Escola Estadual Maria Amália está localizada à Av. Valdemar Rufino dos Santos, S/N ABC – Fernão Velho. Cidade de Maceió – AL - CEP 57070-470. 3.5  - A estrutura física da escola é muito boa.  As salas são amplas, com  cadeiras e mesas apropriadas, armário para guardar materiais e quadro verde. O material necessário para o andamento das aulas parece ser suficiente e adequado, a equipe diretiva  procura sempre suprir as necessidades materiais da escola, Existem várias dependências para realização de atividades tais como: Auditório equipado com TV e vídeo, pátio, sanitários para alunos e funcionários, sala de recursos, laboratório de ciências, laboratório de  matemática, laboratório de informática equipado com vários computadores, ampla biblioteca, sala de educadores, salas administrativas, secretaria, sala da direção e  almoxarifado, amplo refeitório, cozinha com todos os equipamentos e utensílios necessários.
Os horário de funcionamento da Instituição são: manhã: 07: 15 às 11: 30 e Tarde: 13:00 às 17: 10  e os   níveis de atendimento da mesma é Ensino Fundamental I e II e 4ª Etapa do EJA funciona também  uma Sala de Recursos para portadores deficiências.  Está para implantar a Escola Aberta para Cidadania em parceria com o Governo do Estado onde irá funcionar nos finais de semana, tendo como objetivo a ocupação dos espaços escolares pela comunidade, para diminuir a violência no entorno escolar.

2. 2 –Recursos Humanos e Pedagógicos


O corpo docente da Escola Estadual Maria Amália é composta por 25 professores, 24 com formação superior e 01 com formação de nível médio,  01 professora da sala de recursos que atendem as crianças que são portadoras de deficiências ou com problemas cognitivos,  uma secretária que cuidam da vida da Escola, auxiliar de serviços gerais, merendeiras, vigilantes que reversa por turnos. Do quadro de professores somente um não possuem Ensino Superior completo. Os professores e funcionários possuem plano de carreira, devidamente construídos pelas categorias, onde constam as mudanças de nível e classe e os salários e vantagens correspondentes. Sempre que possível a direção da escola libera professores e funcionários para cursos, palestras e jornadas pedagógicas.  A Diretora tem Formação Superior em Estudos Sociais e com Pós graduação em Psicopedagogia, há duas Coordenadoras Pedagógicas com Formação Superior em  Pedagogia e uma  com Pós graduação em Educação Especial.

2. 3  – Corpos Discente

O corpo discente da Escola Estadual Maria Amália é formado por  371 alunos, matriculados nos dois turnos de funcionamento, vindos de comunidade adjacentes à instituição que está localizada e de classe social baixa. O rendimentos de alguns alunos é terrivelmente ruim, e com isso foram contemplados no período integral, onde 100 alunos participam de aulas de matemática, português, dança,  judô, futebol, banda fanfarra e recreação.

2. 4 – Corpo Docente e Técnicos

                    Esta instituição é composta por 25 professores, onde  06 atua na classe de educação fundamental I. e 18 atua na classe  de educação fundamental II nos turnos  matutino/vespertino, suas formação são em áreas diversificadas tais como: Letras, Ed. Artística, Pedagogia, Ciências e Zootecnia, Biologia, Geografia, Educação Religiosa, Estudos sociais, Educação Física e História
                O quadro administrativo e técnico pedagógico é formado por 01 diretora geral, não existem vice, 02 coordenadoras pedagógicas, 01 secretária com formação superior em Zootecnia, 03 vigia com formação em nível médio, 01 vigia com formação em nível fundamental, 01 vigia com formação nível superior incompleto. 02 merendeiras com formação em nível médio, 02 serviços gerais com formação em nível médio. No processo de seleção do quadro somente a diretora e as coordenadoras foram por indicação, os restantes do pessoal foram por concurso público.

2. 5  -  Histórico da Instituição

            Por quase 140 anos, a fábrica têxtil Companhia Mercantil Alagoana, fundada em 27 de março de 1857, funcionou sob o domínio  de José Antonio de Mendonça, o Barão de Jaraguá, posteriormente passou o domínio do Comendador Jacinto Nunes Leite e outros industriais, até chegar a família  do Othon Bezerra de Melo, pernambucano casado com a senhora Maria Amália, também pernambucana nascida no ano de 1917. Atualmente a fabrica se encontra desativada, por questões internas. Segundo moradores mais antigos da localidade, a vila iniciou-se com apenas três casa o que deu origem ao nome “ABC”. Antes de fundação da Escola Maria Amália, havia na localidade um senhor de nome Enéas da Rocha Wanderley que ministrava aulas particulares para os moradores locais. Diante do interesse dos alunos e da dificuldade de acesso dos moradores à escola que existia, chamada Leão XIII, o senhor Enéas e o padre Antonio Cabral, solicitaram ao Dr. Alberto, filho da senhora Maria Amália, a construção de uma escola na localidade.    
          Atendendo a solicitação, a família Othon resolveu construir em 1950 esta escola que recebeu o nome de Escola Maria Amália. Este nome foi dado em homenagem à matriarca da família
          O primeiro quadro administrativo e pedagógico desta instituição escolar, foi constituído pelos seguintes componentes: Padre Antonio Cabral (diretor) e pelos professores: Enéas de Rocha Wanderley, Maria José Teles, Benedita Ferreira e Carolina Leite. Hoje é uma  instituição da Rede de Ensino Oficial do Estado, mantida pelo governo do Estado de Alagoas e subordinada técnica e administrativamente à Secretária de Estado da Educação e de Esporte – SEEE, sob a jurisdição da 14ª coordenadora Regional de Ensino – 14ª CRE, com sede mo município de Maceió.
A escola foi construída estrategicamente em meio às comunidades mais carentes e violentas da cidade, para que ali fossem atendidas as crianças dos trabalhadores e as crianças em situação de extrema pobreza e risco.
Na escola funciona o atendimento integral onde é ofertado as criança no intervalo o lance as 09:00  chega as 11 hora e 40 minutos, almoça e tem mais um intervalo para descanso e às 13:00 horas retorna  a  participar das oficinas de aprendizagem, às 15 horas era servido o lanche da tarde, as 16:00 horas  retornam  para suas casas.

2. 6  – Contexto

            A referida escola está localizada entre os 05 comunidades carentes e com uma  violência crescente a cada dia na cidade. Atualmente podemos perceber que as drogas tem invadido a comunidade escolar e levado muitas crianças a se tornarem dependente. Temos que nos mobilizar para erradicar este grande problemas, pois não devemos ficar de braço cruzado perdendo espaço e nosso jovens para marginalidade.   
As alternativas de lazer e cultura são poucas, pois a mesma não oferecem muitos atrativos para nossas crianças e adolescentes, a único meio que é usado na comunidade é o campo de futebol que pertence ao clube Centro Sportivo Lisbonense.
Como não poderia deixar de citar é que  existe na comunidade um grande número de  igrejas evangélicas que procuram cada qual com sua filosofia atrair os fiéis e muitas vezes, é nessas igrejas que este povo pobre sedento de vida social se sente acolhido e tem vez e voz.
3 -  Descrição das atividades desenvolvidas no Estágio

3. 1 – Observação

            As atividades de gestão, observadas e analisadas no presente estágio, foram muito interessantes e instrutivas, pude perceber claramente a distância entre o que está escrito na Proposta Pedagógica da escola e o que acontece na instituição no seu dia a dia. O Regimento Escolar, no que se refere à documentação, atribuições de professores e funcionários, funciona de acordo, percebe-se, que os funcionários administrativos desempenham com competência e ética suas funções, referentes a documentação e escrituração escolar, matrículas, transferências, atestados, atendimento ao público e demais atribuições. A gestão financeira a princípio é equilibrada, a equipe diretiva administra os recursos financeiros, aplicando em melhorias para a escola e em material de expediente. Busca ainda arrecadar dinheiro através de bingos e rifas, para complementar as finanças. Pode-se dizer que a gestão administrativa funciona a contento.
Os funcionários de manutenção e limpeza demonstram esforço e boa vontade em suas funções. Fazem um grande esforço para dar conta do seu trabalho, pois o número de funcionários é insuficiente e sempre acontecem licenças por motivos de saúde ou outros. Quanto às merendeiras, que  desempenham suas funções onde as mesmas trabalham juntas coma direção e conselho escolar na compra e cardápio da merenda que é de grande qualidade para oferecer aos alunos. Os professores encontram-se bastante divididos, frente à equipe diretiva da escola e suas ações Percebi claramente a divisão dos professores durante a realização das atividades de estágio. Os professores do turno da manhã parecem ser os mais preocupados e críticos. Mas até entre eles notam-se diferenças de atitude. E  tentam buscar alternativas e soluções para os problemas e se empenham na tarefa de educar, cientes de  que essa é a profissão que exercem e independente do que está acontecendo, têm o dever de ensinar com competência e seriedade.
No turno da tarde a maioria dos professores apóiam a equipe diretiva e acusam os alunos por tudo o que acontece de ruim, tudo parece ser culpa deles. Quem não concorda com tal opinião tem poucas chances de se manifestar e parece sofrer muito com a situação.
.A equipe diretiva da escola, que compreende a diretora e as coordenadoras pedagógicas dos dois turnos, são bem preparada para exercer suas funções diante de todas as problemáticas apresentadas.
A equipe diretiva é bastante aberta e democrática  sempre consulta os professores e o conselho escolar, sobre decisões importantes.

3. 2 – Co-Participação
            
               
                   AS  Atividades Desenvolvidas Durante o Estágio foi o  Projeto do Meio Ambiente que desenvolvi de maneira bem envolvente e com muita cautela e vontade de aprender, pois na prática tudo é diferente da teoria.  Teve passeio com os alunos do 7º ano foram para sede do IMA onde eles tiveram uma aula na lagoa mundaú no barco escola, 4ª Etapa foram para o Parque Municipal visitaram parte do parque e ficaram encantados com que viram. Os três 6º ano A, B e C participaram de coleta de água para analise em laboratório , da limpeza das ruas, cada um com seu tema. Foram momentos gratificantes e de grande aprendizagem onde pude perceber as muitas dificuldades enfrentadas pelos gestores.


4  – Apresentação dos resultados


4. 1  -  Problemas da Comunidade que Influenciam na Organização Escolar

Os problemas existente são vários, e principalmente quando se trata   de  assassinatos, brigas e prostituição infantil, juvenil e adulta na comunidade  da escola e nas comunidades vizinhos, atingindo alunos e as famílias. O tráfico e o consumo de drogas entre os jovens é preocupante. Também o alcoolismo atinge pessoas de várias idades e de ambos os sexos. Tais problemas acabam por afetar a escola, pois provocam evasão de alunos que é bastante elevada, provocam ainda desinteresse pelo estudo, dificuldades de aprendizagem e problemas de indisciplina.
O desemprego apesar de significativa diminuição, é também um problema sério que provoca a dependência das famílias da bolsa-escola e bolsa-família ou outras formas de assistencialismo. O desemprego é responsável ainda pela falta de perspectivas para os jovens que se formam todos os anos no ensino médio, sem esperança de conseguir um emprego ou cursar uma faculdade.
Apesar de tantos problemas que a escola não consegue resolver, por não serem de sua alçada, ela tenta solucionar de uma forma mais amigável possível, mas diante de todos os problemas existentes desde a sua fundação. Quanto a sua localização atesta-se que a vila é margeada pela lagoa Mundaú, que é fonte de renda e circundada pela mata Atlântica.
A realidade social vem melhorando gradativamente, onde contamos com um posto de saúde, uma estação ferroviária, transporte urbano, panificação, mercadinho,  mercearia e pequenos comércios  e um criatório de jacaré do papo amarelo que é exportado para fora do país.


4. 2  - Relação Escola e Comunidade

Funcionam na escola o Conselho Escolar.  As reuniões com os pais são realizadas de acordo com a necessidade e também na entrega de boletins, trimestralmente. Datas comemorativas que a escola realiza: dia das mães, festas juninas, dia dos pais, dias das crianças, ação de graça e natal, são realizadas todos os anos e reúnem grande número de mães e pais. A escola mantém uma boa relação interpessoal com a comunidade local.

4. 3  -  Relação Escola e Mantenedora

            Sendo uma escola estadual é mantida pelo governo do estado, e subordinada a 14ª Coordenadoria Regional de Educação, que é responsável por solicitar e receber a documentação escolar, promover cursos, reuniões e orientar diretores, professores e funcionários, repassar informações e instruções da Secretaria Estadual de Educação. Os repasses de verbas são efetuados diretamente na conta da escola, e administrados pelo diretor, que movimenta a conta através de um talão de cheques, chama-se autonomia financeira. As despesas devem ser aprovadas pelo Conselho Escolar, que também assina a prestação de contas que são enviadas para a 14ª CRE.

5  -  O Projeto Pedagógico

             sua dimensão político pedagógica pressupõe uma construção participativa  que envolveu os diversos segmentos escolares e da sociedade. Dimensão esta que se caracteriza como um dos eixos de trabalho proposto pela escola.
            Na concepção de educação, segundo a Proposta Pedagógica  ela existe no imaginário das pessoas e na ideologia dos grupos sociais e ali, sempre se espera, de dentro, ou sempre se diz para fora, que a sua missão é transformar sujeitos e mundos em alguma coisa melhor, de acordo com as imagens que se tem de uns e outros. Na prática, a mesma educação que ensina pode deseducar, e pode correr o risco de fazer o contrário de que pensar que faz, ou do que pode fazer.
            Na concepção de homem, que se constitua em um ser social integrante de um grupo, mas ao mesmo tempo, um ser único e diverso, com direitos e deveres que lhe garantem autonomia e cidadania. Nesse processo de transformação, ele envolve múltiplas relações em determinado momento histórico, assim acumula experiências e em decorrência destas, ele produz conhecimentos.
Uma sociedade de todos em que todos são participantes do processo social, integram e interagem e têm vez nesse processo e no movimento de definição das linhas políticas que determinam os rumos da sociedade. A sociedade que  desejamos é uma sociedade justa, igualitária e politizada, onde o individuo tem a sua capacidade intelectual valorizada independente de sua posição social, econômica, possibilitando meios para o desenvolvimento e competências, buscando mudar paradigmas atuais onde cada vez mais a sociedade vem estimulando crianças e adolescentes a terem atitudes individualistas que passam bem longe da reflexão e da responsabilidade com o próximo.
Professores competentes, comprometidos e atentos aos desejos dos alunos, predispostos a refletir e pesquisar sobre sua prática.
A escola busca o entendimento entre todos os que dela participam, aprendizagens de trabalho, uma ressignificação de ensino-aprendizagem, e que resultem saberes capazes de possibilitar a garantia da cidadania desejada.
Uma avaliação que ajude construir, incorporando diferenças, combatendo desigualdades, discriminação, exclusão, compreendida como pesquisa e reflexão.  A avaliação dos alunos, conforme o Regimento Escola, é expressa através de notas de 0 a 100, e Parecer Descritivo, pelo professor da turma ou disciplina. E tem por objetivos diagnosticar e registrar os avanços dos alunos e suas dificuldades; possibilitar que os alunos auto-avaliem sua aprendizagem; orientar o aluno quanto aos esforços necessários para superar as dificuldades, e propor intervenções adequadas que promovam a superação das  dificuldades e ampliem os avanços evitando as reprovações.


 6  – Conclusão e recomendações

            Realizar um estágio de gestão escolar é uma oportunidade única e indispensável, para o futuro pedagogo. Nada melhor do que vivenciar o dia a dia de quem comanda uma instituição de ensino para saber o que realmente acontece, como são tomadas as decisões.
            Muitas vezes o que é planejado e discutido na teoria, na prática não funciona tão bem quanto era esperado, muitas vezes resulta em atritos e mais problemas. Quando isso acontece, as práticas devem ser reavaliadas pela equipe gestora e pedagógica com maturidade e coragem para que se possa realizar uma mudança de estratégias e corrigir o que não deu certo.
Administrar uma escola pequena ou grande não é nada fácil.  Uma escola com tantos problemas e carências em seu entorno é ainda mais complicado, porque quem ali trabalha compartilha das angustias e esperanças da comunidade. Muitas vezes ficam de mãos atadas na expectativa de que os órgãos competentes tomem as providências há muito solicitadas e que poderiam melhorar a vida das pessoas e por conseqüência ajudariam a melhorar o ambiente da escola.
Mais do que nunca é necessário que a equipe gestora seja competente, preparada, corajosa e acima de tudo, DEMOCRÁTICA, discuta os problemas com a comunidade, escute o que as pessoas têm para dizer, as sugestões e as críticas. Pois é a partir de uma avaliação que se corrigem os erros e se acerta o rumo.
O Conselho Escolar, quando realmente representativo e participativo é de grande importância para uma gestão de qualidade e realmente voltada para os reais interesses da comunidade.
Construir junto com toda a comunidade escolar uma Proposta Pedagógica, ouvindo todos os segmentos envolvidos, pois por mais humilde que sejam as pessoas tem o direito de ser ouvidas e muitas vezes têm contribuições importantíssimas e surpreendentes para dar. Uma gestão democrática em que todos se sintam participantes e importantes na tomada de decisões gera um comprometimento e uma responsabilidade que é divida com todos, sem sobrecarregar a equipe gestora, que então pode dividir acertos e erros, e buscar conjuntamente soluções e com isso agiliza o trabalho e a escola com certeza funciona melhor. É muito importante se dar atenção especial às críticas, ouvindo e analisando as mesmas, pois é com elas que podemos ver o que não está funcionando bem. Muito melhor que elogios que apesar de serem importantes e motivadores, muitas vezes são apenas uma ilusão, as críticas geralmente são um alerta para a equipe gestora mudar de atitude e estratégia.
Uma escola em que todos participam e são ouvidos, com certeza colherá resultados positivos e as pessoas que ali trabalham e convivem terão prazer em realizar suas funções e ver que também são responsáveis pelo sucesso da mesma.
O principal motivo de uma escola existir são seus alunos, que ali vem em busca do conhecimento e que merecem uma educação inclusiva e de qualidade, não importando a classe social a que pertencem. Se lhes falta interesse, cabe a escola, motivá-los, se têm dificuldades, cabe a escola investigar o problema e fazer os encaminhamentos necessários. Não se pode simplesmente culpá-los, ou culpar o baixo nível de escolaridade de suas famílias temos que motivá-los e despertar suas potencialidades, pois todos são capazes de aprender e percebendo que são valorizados e acompanhados com interesse, terão prazer em estar na escola. E a escola estará então cumprindo sua função social.
As relações de poder na escola, não podem ser exercidas por pressões ou ameaças veladas ou não, tem que ser compartilhadas, abertas e humanas, pois se trata de um lugar de busca de conhecimento e igualdade de oportunidades, inclusão e relações humanas e complexas, por conta da diversidade ali existente. O poder jamais pode ser imposto simplesmente, deve ser compartilhado. Pois uma gestão centralizada e burocrática na tentativa de ser competente, não funcionará por muito tempo, pois estará sendo exercida sem alma e coração e estará esquecendo as ricas e delicadas relações humanas ali existentes.
           Em termos de conhecimento e experiência, este estágio foi muito valioso, pois muitas coisas eu não sabia e pude vê como o trabalho  burocrático da escola funciona. Conhece o regimento escolar, o projeto político pedagógico e escrituração e documentação da escola, dos alunos e professores,  agora sei como funcionam e como devem ser conduzidos.
            Mas a partir das leituras, pesquisa na coordenação da escola, conversas, observações e análise da realidade, pude formar uma visão diferente e real das complexas relações de poder na escola. Tudo o que eu escrevi neste relatório é fruto do que observei no estágio, analisei  profundamente o desenrolar dos acontecimentos e o cotidiano da gestão da escola. Teria muito mais a relatar, pois aprendi muito, muito mesmo, e melhor ainda, sinto que me tornei mais consciente e crítico.
Em relação à escola, eu preciso dizer que é uma escola com grande potencial, que as pessoas que ali trabalham são competentes e possuem um grande valor, e cada um na escola desenvolve seu papel com muito amor e dedicação, todos trabalham sem ser preciso esperar pelo o colega ou ser cobrado dele seu desempenho nas suas funções. Toda equipe gestora é envolvida no processo de construção de uma educação de qualidade, onde todos devem ser valorizados e respeitados.





7 – Referências

Roteiro de Observação e Roteiro de entrevista com o Gestor fornecido pela equipe Diretoria Acadêmica da FTC.
Projeto Político Pedagógico –  2010 – Escola Maria Amália
Regimento escolar do Ensino Fundamental -  2010 – Escola Maria Amália
DELORS, Jacques. Os quatro pilares da educação. www.google.com.br
Revista Gestão em Rede. Brasília: MEC, n. 76, nov. 2007
FARFUS, Daniele. Gestão Escolar: teoria e prática na sociedade globalizada. Curitiba: IBPEX, 2008.
Gestão Escolar – Introdução. www.conteudodaescola.com.br

8  - Anexos
Projeto de Estágio Supervisionado: A Gestão Escolar na Escola Contemporânea.
Convênio de Concessão de Estágio
Termo de Compromisso de Estágio
Controle de Freqüência do Aluno – Campo de Estágio ( Observação )
Controle de Freqüência do Aluno – Campo de Estágio ( co-participação)
Controle de Freqüência do Aluno – Campo de Estágio ( Relatório )
Roteiro de Observação
Roteiro de Entrevista com o Gestor




FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS – EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.







PROJETO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO III
A GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA.










MACEIÓ – ALAGOAS
2011.
ORLANDO JOSÉ DE ASSIS





PROJETO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO III:
A GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA.








Trabalho apresentado como parte dos requisitos para aprovação na disciplina Estágio Supervisionada em Gestão Escolar, sob a orientação da Profa. Maria Luiza Santos.   






                
MACEIÓ – ALAGOAS
2011
SUMÁRIO


Apresentação..............................................................................................................4
Objetivos gerais e específicos ............................................................................... 5
Justificativa............................................................................................................... 6
Cronograma de execução ....................................................................................... 7
Recursos .................................................................................................................  9
Avaliação ................................................................................................................ 10
Referências ............................................................................................................ 10














APRESENTAÇÃO

O presente projeto intitulado - Gestão Escolar na Escola Contemporânea apresenta algumas considerações sobre a gestão democrática e participativa, com enfoque no Conselho Escolar como instancia colegiada, representativa que legitima o processo democrático nas instituições escolares.
A gestão democrática e participativa nas instituições escolares está respaldada legalmente na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB (Lei nº 9.394/1996), em seu artigo 14, estabelece que os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na Educação Básica, de acordo com as suas peculiaridades e observando os seguintes princípios:
I - participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola;
II - participação das comunidades escolar e local em Conselhos Escolares ou equivalentes.
                Nesse contexto, se faz necessário abordar a importância do papel da escola na contemporaneidade, democratizar a escola e o ensino não é apenas construir escolas, é necessário garantir um ambiente escolar em que alunos aprendam mais, sejam motivados, professores competentes, e que as escolas tenham condições educacionais e organizativas bem estruturadas para garantir um ensino de qualidade para todos. Para isso a escola precisa consolidar sua autonomia partilhando suas ações com a comunidade em que está inserida, buscando soluções adequadas às necessidades do seu cotidiano escolar.
Ainda, neste cenário o Conselho Escolar como um órgão colegiado composto por representantes das comunidades escolar e local (diretor, professor, funcionários administrativos, pais, estudantes e membros da comunidade), que tem por atribuição deliberar sobre questões pedagógicas, administrativas, financeiras, no âmbito escolar.

Compete-lhe a tarefa de analisar as ações a serem empreendidas e os meios a serem utilizados para o cumprimento das finalidades da escola. O Conselho representa a comunidade escolar e local, atuando em conjunto e definindo caminhos para deliberações sobre os assuntos de sua responsabilidade. Torna-se um espaço privilegiado de discussão, negociação e encaminhamento das demandas educacionais, possibilitando a participação social e promovendo a cultura da gestão democrática.
Dessa forma, como experiência prática de Projeto de Estágio apresentamos a proposta de estudo sobre o conselho escolar sua implementação e atuação com a ação gestora, abordando ações tais como: campanha, debate, oficina e  palestra. Enfatizando o papel do conselho na democratização da escola; importância do papel do conselheiro frente ao exercício de suas funções referente à forma de atuação do colegiado; e discussões sobre o cotidiano escolar e ações deliberativas do conselho.
A dinâmica deste projeto se desenvolverá a partir da realização da experiência da atividade prática de estágio nas modalidades de observação e co-participação. Onde a observação possibilitará um diagnóstico dos elementos importantes para o desenvolvimento da práxis pedagógica na Gestão Escolar e na modalidade co-participação serão partilhadas as atividades e experiências pedagógicas. 


OBJETIVOS


Objetivos Gerais

Analisar criticamente as práticas de gestão democrática e participativa no contexto escolar.
Objetivos Específicos

Realizar um diagnóstico dos elementos importantes para o desenvolvimento da práxis pedagógica na gestão escolar;

Acompanhar as atividades organizativas e administrativas como também documentos importantes para funcionamento da instituição como o Projeto Político Pedagógico e o regimento escolar;


Desenvolver juntamente com a comunidade escolar, ações que ressaltem a participação no Conselho Escolar como processo de construção e legitimação da gestão democrática na escola.


JUSTIFICATIVA

A concepção de escola para o século XXl é um grande desafio de construir um novo horizonte para a educação tem levado muitos educadores a se voltarem para a formação do homem autônomo e solidário. Se quisermos transmitir valores as novas gerações, não devemos nos limitar à dimensão dos conteúdos intelectuais, transmitidos através da docência. Devemos ir além, os valores devem ser, mais do que transmitidos, vividos, através das práticas educativas e no curso dos acontecimentos. Como educadores, precisamos nos fazer presentes na vida dos educandos, de forma construtiva, emancipadora e solidária.
Para aproveitar e estar apto para as oportunidades de aprofundar e enriquecer esses primeiros conhecimentos num mundo em permanente e aceleradas mudanças, a educação deve ser capaz de organizar-se em torno de quatro grandes eixos.
·        Aprender a ser
Descobrir-se, reconhecendo suas forças e seus limites e buscando superá-lo.
·        Aprender a conviver
Compreender o outro e a interdependência entre todos os seres humanos.
·        Aprender a fazer
Aprender a praticar os conhecimentos adquiridos.
·        Aprender a aprender
Despertar a curiosidade intelectual, o sentido crítico, a compreensão do real e a capacidade de discernir.
Por fim, a nossa proposta nesse projeto é ampliar a educação ao conjunto da experiência humana (ser, conviver, fazer e conhecer) e estendê-lo ao longo de toda vida, transcendendo os limites da instituição e da idade





CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DO PROJETO

PERIODO DE 25/05/2011 A 17/06/2011.



DATA


ATIVIDADE PROPOSTA




DESENVOLVIMENTO


DURAÇÃO


RECURSOS





25/05





26/05




27/05





30/05







OBSERVAÇÃO

- Relações interpessoais no contexto escolar.



- Estrutura física da instituição;



- Recursos didáticos disponíveis;





-Práticas de Gestão/  coordenação realizadas no ambiente escolar.







- Participação em reuniões, entrevistas e observações no cotidiano escolar.

- Aplicação do roteiro de observação.


- Aplicação do roteiro de observação.




- Aplicação do roteiro de entrevista com o gestor, entrevistas e observações no contexto escolar.





12 h, assim
Distribuídas

- 3 horas





- 3 horas




- 3 horas






- 3 horas











- Formulário
- Diário de campo.



- Formulário.




-Formulário.






- Formulário.
- Diário de campo.

DATA

ATIVIDADE PROPOSTA

DESENVOLVIMENTO

DURAÇÃO

RECURSOS



01/06






02/06





03/06





07/06




08/06







10/06




1506

CO-PARTICIPAÇÃO

-Acompanhamento das rotinas organizacionais e administrativas:




-Acompanhamento das atividades de secretaria



- Análise da Proposta Pedagógica e Regimento escolar;

-Elaboração/planejamento do projeto de intervenção:
Estudos sobre o Conselho Escolar e sua atuação na ação gestora.
- Acompanhamento das atividades do conselho.















- Participação em reuniões em diversos setores da escola e em atividades de planejamento.


- Abordagens, entrevistas e observações no contexto escolar.


- Leitura e análise crítica dos documentos.

- Debate: Discussões sobre o cotidiano escolar e ações do conselho.

- Oficina:
 A realidade do nosso Conselho Escolar:
     O real (o que temos) x O ideal (o que queremos).


-Palestra: O papel do conselho na democratização da escola; 

-Campanha: Importância do papel do conselheiro frente ao exercício de suas funções.


48 h, assim distribuídas
- 4 horas







- 4 horas





- 8 horas




- 8 horas




- 8 horas


   





- 8 horas




- 8 horas








- Diário de campo.






- Análise de documentos.
- Roteiro de entrevista


- Documentos

- Comunidade escolar e local.
Data show, som.
- Representantes do Conselho Escolar, papel 40, letra de música, lápis piloto.

Comunidade escolar e local, filmes, data show.

Confecção de,faixas,cartazes e panfletos.




Recursos:

Humanos:

- Comunidade Escolar;
- Comunidade Local;
- Aluna Estagiária;

Materiais:

- Guia do Estágio Supervisionado em Gestão Escolar;
- Documentos da Escola;
- Roteiro de Entrevista com o Gestor;
- Roteiro de Observação;
- Diário de campo;
- Filmes;
- Data show;
- Faixas;
- Cartazes;
- Panfletos;
 -Papel 40;
- Lápis piloto;
- Letras de músicas mimeografadas.
Avaliação


Através do registro e da observação das atividades propostas, a avaliação do projeto será de forma continua, avaliando as ações e ajustando- as de acordo com a flexibilidade que todo projeto deve ter em virtude de eventuais situações no ambiente escola
Referencias


GADOTTI, Moacir; ROMÃO, José E. (Orgs.). Autonomia da escola: princípios e proposições. São Paulo: Cortez, 1997.

_______. Educação escolar: políticas, estruturas e organização. José Carlos Libâneo, João Ferreira de Oliveira, Mirza Seabra Toschi – São Paulo: Cortez, 2003

Guia do Estágio Supervisionado em Gestão Escolar FTC- ead Março de 2011

Texto: “Pequenos passos rumo ao êxito para todos”, disponível em: <http://www.smec.salvador.ba.gov.br/site/documentos/espacovirtual/espacoescola/diretor/artigos/como%20aperfeicoar%20%20as%20escolas....pdf .




Um comentário:

  1. Nossa achei uma pesquisa igualzinha a essa ... mas nem virgulas foram modificadas... o trabalho é de 2008

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